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FurtaSpaceBR

Espaço sobre (desenvolvimento de) jogos (digitais), engenharia de software, tendências em TI e evolução profissional, Imagine Cup e outras aventuras do mundo Microsoft, além de algumas indignações (mas também orgulhos) de um país chamado Brasil

Andre Furtado

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Engenheiro de software pela Microsoft em Redmond, EUA. Bacharel e Mestre em Ciência da Computação pela UFPE, doutorando na área de Engenharia de Software e Jogos Digitais. Autor de mais de 40 papers, artigos e tutoriais publicados nacional e internacionalmente em conferências, simpósios, revistas, journals e na web. Viciado em competições de software, campeão da Imagine Cup Japão 2005, Imagine Cup Coréia 2007, Microsoft XNA Challenge Brasil e do Innovation Accelerator Workshop 2006; segundo lugar nacional no Desafio GV-Intel de Empreendedorismo 2006 e mentor das equipes vencedoras da Imagine Cup Índia 2006. Trabalhou como arquiteto de software, programador, instrutor e consultor técnico e de negócios. Foi Microsoft Student Partner Lead até 2007, líder do grupo de usuários SharpShooters .NET (o primeiro grupo .NET do Brasil) e juiz do 2o XNA Challenge Brasil. Certified MSF Practitioner, MCP, Certified IBM-DB2 Specialist e Sun Certified Java Programmer. Adora viajar, descobrir novas pessoas e tipos de cerveja.
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June 12

Este blog morreu (ou melhor, se integrou a outro)

 
A idéia deste blog era realizar traduções (por seres humanos) dos posts do FurtaSpace original, em inglês.
 
Poupando o esforço de seres humanos e dando mais confiança às máquinas, o blog original está agora com um engine de tradução automática. Portanto, atualize seu feed ou aponte para o FurtaSpace original para acompanhar os posts em português.
 
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-- AFurtado
 
Os relatos e opiniões deste post apresentam pontos de vista pessoais,
não refletindo necessariamente a opinião da Microsoft Corporation.
May 28

Pernambuco tetra-campeao e terceiro lugar da Imagine Cup Brasil 2008

Pela quarta vez seguida, Pernambuco é campeão da Imagine Cup Brasil, com o time Écologix, da UFPE+USP+Unicamp
 
Em terceiro ficou o time também de Pernambuco, a equipe Try IT, da UFPE+Salg.Oliveira. O segundo lugar foi para São Paulo.
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-- AFurtado

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May 15

Finalistas nacionais da Imagine Cup 2008

 
Seguem abaixo os finalistas nacionais da Imagine Cup 2008. Final nacional em SP, final mundial em Paris! Das 8 classificadas, 3 são de Pernambuco! Parabéns pessoal!
 

time

Projeto

Origem

Contato

 

Learn Smart 

Rangers

Unesp Bauru

Leandro

 

Ecologix   

Ecologger

UFPE+USP+Unicamp

Carlos Eduardo

 

Synergy

Sinergia

FIAP

Nivaldo

 

SSL   

Adote

FIAP

Fábio

 

Oysterix  

GreenNet

UPE

Diogo

 

The Utopians

Intelli-e    

Univ de BH+ITA

Eduardo

 

Try IT 

Acqua

UFPE+Salg.Oliveira

Fabiano

 

Ondine.Net  

CommG.net

Ufscar

Alexandre

 
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-- AFurtado

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May 09

v-eye contrata!

 
Você quer trabalhar com a equipe do projeto de tecnologia pernambucano mais premiado da dos últimos anos?

Quer ajudar a transformar em realidade o vEye, o sistema de navegação para deficientes visuais vencedor da Imagine Cup 2006, testado pessoalmente por Bill Gates?

BillGTrivial

O vEye foi inicialmente concebido pela equipe Trivial, formada pelos ex-alunos do Centro de Informática da UFPE Carlos Rodrigues, Ivan Cardim e Madson Menezes, e será desenvolvido em parceria com a Inove Informática*, com financiamento do Programa de Subvenção Econômica da FINEP.

Existem vagas disponíveis para Engenheiros de Software (full-time e part-time) e Designers. Inicialmente, serão desenvolvidos produtos na área de sistemas de localização e reconhecimento de voz, sobretudo com a utilização de dispositivos móveis. O candidato irá participar de todas as etapas de desenvolvimento de novos produtos, passando pela concepção, modelagem, implementação e, finalmente, pelos testes.

A equipe busca candidatos criativos, que saibam trabalhar em equipe e que possuam capacidade de abstração. Pró-atividade, paixão por tecnologia e domínio de inglês são imprescindíveis. Adicionalmente, espera-se dos candidatos para vagas técnicas experiência com programação orientada a objetos, ao passo que dos candidatos para as vagas de Design experiência com design para web e design da informação. Experiência com metodologias ágeis de desenvolvimento são diferenciais.

Os interessados devem submeter o seu currículo através do site da Inove (http://www.inoveinformatica.net), acessando a seção "Currículos" na parte superior. É ESSENCIAL que seja selecionada a opção "vEye/FINEP" na hora da submissão para que o seu currículo seja recebido pela equipe. Dúvidas devem ser encaminhadas para o email carlos@inoveinformatica.net, com o subject "VEYE-SELECAO".

Prazo de submissão: 16/05/2008

* A Inove Informática é uma empresa Microsoft Certified Partner na competência Custom Development Solutions, sendo também a única empresa na América Latina a participar do Conselho Mundial de Parceiros Microsoft (Microsoft Partners Advisory Council). A empresa também é membro do Porto Digital e atua prestando serviços nas três principais vertentes da tecnologia em informática: treinamento, consultoria e desenvolvimento de soluções.

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-- AFurtado

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April 30

Entrevista para o portal WinAjuda

 
O portal WinAjuda me entrevistou por esses dias e conversamos sobre como é trabalhar em Redmond e minha trajetória até aqui. Confiram.
 
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-- AFurtado

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April 20

Jogos de console e a convegência digital

Neste post, André fala sobre "a convergência digital e os games de console". O post original pode ser encontrado aqui.
 
Abraços,
-Diogo Burgos, coordenador do projeto de tradução do FurtaSpaceBR
 

[Atualizado em 4 de Abril de 2008: Sandy Duncan, o ex-vice-presidente da divisão européia do Xbox, diz nessa entrevista que consoles, como conhecemos, irão morrer em menos de uma década, devido à convergência digital. Imagine isso: set-top boxes e consoles são um pouco fundidos. Quer jogar alguma coisa? Basta escolher um "canal de jogos" na sua TV. E não há nenhuma dúvida de que você não vai se limitar ao controle remoto da TV para jogar, uma vez que muitos dispositivos legais estão aparecendo por aí.]
 
Olhem como são interessantes os resultados desta enquete online. A questão foi: Que dispositivo vai ganhar a corrida para conectar a TV a Internet?

48% set-top box
25% game consoles
16% media PC
10% outros


Mesmo que estes não sejam resultados científicos, uma vez que é apenas uma pesquisa na web, é interessante verificar a forma como os jogos de console estão cada vez mais vistos como não sendo dispositivos isolados, mas parte da chamada "convergência digital". Se você tem um Xbox 360 em casa, por exemplo, por que não tentar torná-lo um Media Center Extender? Zune e Microsoft Surface dão ainda mais possibilidades de como podemos gerenciar totalmente o nosso conteúdo para melhorar o nosso estilo de vida digital. Espere (e crie) boas coisas com isso!

 

 Este artigo foi traduzido por Diogo Burgos.

Diogo é Graduando em Engenharia da Computação pela Universidade de Pernambuco (UPE), Microsoft Student Partner e Microsoft Certified Technology Specialist.

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April 17

Política Brasileira... alguma esperança?

O post original pode ser encontrado aqui.
 
Abraços,
-Diogo Burgos, coordenador do projeto de tradução do FurtaSpaceBR
 

Eu não gosto de generalizar ou estereotipar nada, mas quando leio notícias como essa, em que parlamentares do Congresso Brasileiro estão reclamando sobre o modo como a votação é realizada na edição brasileira do Big Brother (!), pergunto-me: já não temos problemas demais para resolver? Tais como proporcionar educação de base para crianças e criar centros tecnológicos para promover oportunidades?
 
Que vergonha! Deixem-me voltar a trabalhar, pelo menos, tenho algo para fazer aqui.

 

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-- AFurtado

 

 Este artigo foi traduzido por Diogo Burgos.

Diogo é Graduando em Engenharia da Computação pela Universidade de Pernambuco (UPE), Microsoft Student Partner e Microsoft Certified Technology Specialist.

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não refletindo necessariamente a opinião da Microsoft Corporation.

April 16

A Internet? bah...

O post original pode ser encontrado aqui.
 
Abraços,
-Diogo Burgos, coordenador do projeto de tradução do FurtaSpaceBR
 

Você é cético quanto ao uso de tecnologia no futuro? Confira o que diz este artigo de 1995 sobre a internet:
 
"Então isto é o
Cybernegocio. Nos prometeram catálogos de compras instantâneas - basta apontar e clicar para realizar grandes negócios. Iremos comprar passagens aéreas através da rede, fazer reservas em restaurantes e negociar contratos de vendas. Lojas se tornarão obsoletas. Então, por que o meu Shopping local faz mais negócios em uma tarde do que toda a Internet faz em um mês? Mesmo que houvesse uma maneira confiável para enviar dinheiro através da Internet - o que não existe – está faltando a rede o ingrediente essencial do capitalismo: vendedores ".
 
Hilário...

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-- AFurtado

 
Este artigo foi traduzido por Diogo Burgos.

Diogo é Graduando em Engenharia da Computação pela Universidade de Pernambuco (UPE), Microsoft Student Partner e Microsoft Certified Technology Specialist.

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April 03

Artigo - Criando drawable game components no XNA

 
Artigo "Criando drawable game components no XNA" publicado no SharpGames. Confira aqui.
contadorvidascomponente
 
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-- AFurtado
 
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Vida Longa e Cauda Longa aos Jogos Digitais

Neste post, André fala das novidades no desenvolvimeto de jogos digitais através do Xbox Live Community Games.O post original pode ser encontrado aqui.
 
Abraços,
-Rafael Ferreira, colaborador do projeto de tradução do FurtaSpaceBR

  + = !

Foi anunciado! Em breve, a teoria da cauda longa se tornará uma enorme realidade no desenvolvimento de jogos digitais através do Xbox Live Community Games. Na próxima primavera, nós possivelmente veremos (e jogaremos) vários jogos de “cauda longa” no qual a criatividade das pessoas é o limite, e algumas pessoas poderão até ganhar dinheiro com isso! Já que algumas novas preocupações tais como segurança e os níveis de classificação dos jogos surgirão, uma comissão estará encarregada de assegurar que a comunidade de desenvolvimento de jogos irá satisfazer esses requisitos básicos. Parece adequado. De quebra, os jogos do XNA rodarão no Zunes!

É possível também sentir o gostinho dos novos jogos da comunidade e um deles, o Trilinea, é brasileiro!

Paralelamente, aqui vai uma discussão interessante: dos 7 jogos lançados, 5 são americanos. Isso deve refletir a indústria de jogos em que a maioria dos títulos são produzidos pelos americanos.

O que isso significa? Significa que, hoje, o desenvolvimento de jogos não está satisfatório o suficiente (a cauda não está longa o bastante). Mas, à medida que a Xbox Live Community Games e outras iniciativas, permitirem uma “democratização” mais profunda dos recursos, nós poderemos observar vários cenários interessantes, similar ao que aconteceu com as redes sociais. A primeira delas seria quando as ondas de desenvolvimento de jogos multi-culturais se erguerem, com vários pontos de vista diferentes, idéias, habilidade e criatividade.

Assim, como acontece nos domínios de conteúdo gerados por usuários, haverá uma enorme quantidade de conteúdo (eu digo, jogos) solicitando que você priorize e filtre conteúdo (eu digo, jogos).

Então algumas pessoas farão dinheiro criando ferramentas inteligentes de recomendação de jogos baseadas em perfil e histórico. (se você gostou desse jogo, tente esse outro!).

Então, comunidades específicas serão criadas para conectar os jogadores com interesses em comum.

Então, outras pessoas farão dinheiro, endereçando necessidades específicas de cada comunidade. O seu Zune te dirá que um JIS (“jogador de interesse similar”) está logo ali na esquina e você está a um clique de começar uma nova partida.

Então..., então..., então...isso é que eu chamo de uma cadeia de valores!

Aventureiros, se preparem! Vida longa e Cauda Longa aos jogos digitais!

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-- AFurtado

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não refletindo necessariamente a opinião da Microsoft Corporation.

Este artigo foi traduzido por Rafael Ferreira.

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Rafael é Microsoft Student Partner, bacharelando em Ciência da Computação e bolsista de Infra-Estrutura de Redes - Microsoft Innovation Center Bahia.

March 26

Entrevista para a Voices For Innovation

 
A entrevista abaixo foi concedida em fevereiro'08 para a Voices For Innovation, "uma rede de profissionais de tecnologia, líderes empresariais, consumidores e representantes da área acadêmica dedicados a promover maiores oportunidades de negócios em Tecnologia da Informação (TI)". Link original aqui, transcrição abaixo.
 

André Furtado, engenheiro de software e campeão mundial da competição Imagine Cup 2007

fev 28, 2008

O engenheiro de software André Furtado acumulou conquistas nacionais e internacionais na Imagine Cup. Foi o vencedor nas categorias Office Designer (2005) e Projeto de Sistemas Embarcados (2007) na Imagine Cup mundial e vencedor na categoria Software Design (2005) na Imagine Cup Brasil. Os resultados renderam-lhe um convite para trabalhar na Microsoft, em Redmond, nos Estados Unidos.

Em meio à mudança para os Estados Unidos, Furtado respondeu às perguntas do Voices For Innovation, por e-mail, e falou sobre a importância da aliança entre empresas e universidades para o estímulo da inovação no Brasil.

Qual a importância da inovação para o Brasil?

A inovação é um grande catalisador. Qualquer ação, em qualquer área, possui seus resultados e benefícios acelerados quando uma dose certa de inovação é combinada com compromisso, ética, responsabilidade e competência.

Empresas, governo e indivíduos são todos responsáveis por conceber e implementar inovações para introduzir na sociedade novas formas de pensar e de produzir, gerando oportunidades. Porém, tudo precisa ser feito de forma consciente e alinhada com a realidade, pois o excesso de inovação pode destruir a operacionalização de um bom projeto.

A inovação é ainda mais essencial para um país como o Brasil, que possui o duplo desafio de reduzir suas diferenças internas assim como se tornar mais competitivo em um contexto global.

Em sua opinião, os estudantes são devidamente estimulados para a pesquisa e inovação nas universidades?

Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reverencia bastante a cultura do vestibular e a do concurso público, em que indivíduos são programados para assimilar uma grande quantidade de conhecimento descartável, a ser utilizada apenas no curto prazo e que menospreza o potencial individual e a criatividade de fato.

Se por um lado exaltamos a suposta criatividade do povo brasileiro, por outro lado onde está o fruto dessa criatividade na forma de uma grande massa de empreendedores, determinada a inovar e ousar para criar? Por que não um Vale do Silício tropical?

Contudo, é possível observar atividades louváveis em algumas universidades que buscam se articular com a sociedade, a iniciativa privada e o governo, para fazer da inovação e da pesquisa um instrumento para solucionar os problemas do cotidiano e também para antecipar o futuro.

Qual a importância da união entre as instituições universidade e empresa?

A universidade e a iniciativa privada são peças complementares nesse grande quebra-cabeça que é o bem-estar social. A universidade sem a iniciativa privada é estéril, pois não propaga seus frutos na forma de retorno para a sociedade, tampouco compreende suas necessidades práticas. A iniciativa privada sem a universidade é estagnada, pois não explora o potencial inovador, intelectual, ousado e ao mesmo tempo sistemático do ser humano. A universidade e a empresa se retroalimentam, sendo indispensável a articulação entre as duas instituições.

Durante seus estudos na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), você pode dizer se havia uma troca produtiva entre universidade e empresa?

Sinto-me privilegiado em ter sido formado em um ecossitema transparente focado na transferência de conhecimento entre a universidade, a iniciativa privada, a sociedade e o governo. A UFPE, parte do chamado Porto Digital, possuía sua responsabilidade nessa missão.

A Microsoft premia estudantes inovadores de todo o mundo com a Imagine Cup e o Brasil tem se destacado nessa premiação. Qual a razão desse sucesso?

A conquista de uma Imagine Cup não se trata do esforço individual de estudantes. É resultado, na verdade, de uma grande articulação do ambiente local de tecnologia que foi capaz de descobrir, capacitar e projetar tais estudantes internacionalmente. Porém, o Brasil perde a chance de gerar uma massa muito maior de pessoas capazes de entrar nesse processo, ao falhar em requisitos sociais básicos, que englobam educação de base e geração de oportunidades, em vez de assistencialismo.

É importante dizer que uma empresa inovadora não é necessariamente uma empresa bem-sucedida. A inovação precisa vir na dose certa, pois o excesso de inovação pode, até mesmo, matar uma empresa, ao desvirtuá-la de variáveis mais operacionais. A inovação muitas vezes está associada ao lado da emoção. Mas um empreendedor, acima de tudo, precisa também ser racional.

Um artigo publicado recentemente pela Agência Fapesp diz que a mão-de-obra de qualidade no país é escassa, o que pode afastar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento das multinacionais nos próximos anos. Como seria possível melhorar essa expectativa?

A situação chega a ser irônica: falta mão-de-obra porque não há investimentos adequados. Por outro lado, não há investimentos porque falta mão-de-obra. A grande questão, portanto, é como quebrar esse ciclo vicioso. Um bom começo seria atender aos requisitos sociais básicos que citei acima. Ninguém começa a construir uma casa pelo teto.

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-- AFurtado

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não refletindo necessariamente a opinião da Microsoft Corporation.

March 24

Blogs dos brasileiros em Redmond

 
O FurtaSpaceBR está oficialmente participando da comunidade de blogueiros brasileiros em Redmond: www.brasileirosemredmond.com.br. Visite o site para conhecer relatos de outros brasileiros na terra do Tio Bill, ou melhor, Tio Sam.
 

BrasileirosEmRedmond

 
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-- AFurtado
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não refletindo necessariamente a opinião da Microsoft Corporation.

Tentando trabalho na MS Corp - a entrevista FINAL

Neste post, André relata a sua odisséia na tentativa de trabalhar na Microsoft Corporation.
 
Abraços,
-Diogo Burgos, coordenador do projeto de tradução do FurtaSpaceBR

Semana passada, tive a oportunidade de passar por algumas das experiências mais interessantes da minha vida: “sofrer” uma bateria de entrevistas totalizando quase 5 horas, com profissionais da maior empresa de software do mundo, e também aproveitar a oportunidade para conhecer uma das cidades mais bonitas do mundo, sem dúvida: o Rio de Janeiro. Nas próximas seções vocês saberão como foi a experiência e o que aconteceu por lá.

A Preparação

Depois que soube da minha aprovação para a etapa final (entrevista presencial no Rio), tentei aumentar minhas chances na entrevista. Li dois livros: Programming Interviews Exposed e o popular How Would You Move Mount Fuji?. Achei o primeiro muito mais proveitoso do que o segundo, do qual considero que apenas as puzzles são realmente úteis nas quase 300 páginas de leitura. Além disso, tentei pegar algumas dicas em sites focados em discutir sobre entrevistas MS, como os abaixo:

- http://wiki.mattgoyer.com/Wiki.jsp?page=InterviewSites
- http://blog.mattgoyer.com/technical-interview-at-amazon-sde-and-microsoft-program-manager
- http://www.sellsbrothers.com/fun/msiview/
- http://www.gladwell.com/2000/2000_05_29_a_interview.htm
- http://www.hanselman.com/blog/WhatGreatNETDevelopersOughtToKnowMoreNETInterviewQuestions.aspx
- http://channel9.msdn.com/ShowPost.aspx?PostID=18472

Por fim, elaborei um documento com perguntas e respostas clássicas de RH (“Por que trabalhar na MS?” ou “Me diga um projeto no qual você foi bem-sucedido”, etc.). Ensaiei as respostas para garantir que iria desenrolar mais tranqüilo na hora em que isso fosse perguntado.

A Chegada no Rio

Cheguei no Rio às 9 da manha da segunda, pegando um táxi direto para o hotel (todos os custos pagos pela Microsoft, eles realmente se mostraram muito profissionais nisso!). Na noite anterior não havia dormido direito, talvez pela ansiedade, portanto estava bastante cansado. Mas preferi apenas dar um cochilo de 2h e guardar o resto do sono para de noite, pois eu precisaria de muito cansaço para combater o eventual nervosismo de ter a entrevista na manhã seguinte.

Após almoçar, fui dar uma volta para conhecer a cidade, caminhando pela Lagoa Rodrigo de Freitas, Leblon, Ipanema e Pedra do Arpoador (definitivamente um por-do-sol que não se deve morrer sem ver!). Em seguida, me encontrei com o amigo Luciano Reis, da comunidade .NET do RJ. O cara devia ter se formado em turismo, simplesmente foi fantástico o passeio no qual ele me levou, para conhecer a cidade... por alguns momentos até cheguei a esquecer que teria a entrevista no outro dia, dada a beleza do Rio de Janeiro e a hospitalidade do Luciano. Abaixo, foto nossa entrando no bondinho do Pão de Açúcar (sim, ele funciona à noite, também não sabia!).

Às 23:30, já estava de volta ao hotel. Hora de ensaiar as perguntas finais, dar uma aquecida no inglês, e descansar. Estava exausto e agradeci e mim mesmo por não ter dormido muito de tarde...

Começa o grande dia

Acordei na terça às 6:30, fiz check-out e tomei um café leve. Peguei um táxi e fui para o outro hotel, em que as entrevistas iriam acontecer. Chegando lá, encontrei os outros três candidatos: um de São Paulo, um de Manaus e um da Argentina, que para minha surpresa também era Estudante Embaixador e disse me reconhecer, por causa da Imagine Cup!

A recrutadora-chefe então aparece e nos conduz para o “quarto dos entrevistados”: um quarto de hotel onde, no lugar das camas, existia uma mesa com livros sobre os EUA, brinquedinhos para a gente se distrair, etc. Abaixo, segue uma foto (infelizmente a única!) que registrei desse quarto, tirada mais ao final das entrevistas. A brincadeira com o Bill, abaixo, é para preservar o anonimato de meu colega de entrevista (afinal, talvez nem todo mundo possa ou goste de estar sendo exposto em blogs por aí!).

A recrutadora-chefe explicou que nessa sala ficaríamos no intervalo de cada entrevista, e que estávamos proibidos de falar entre si sobre as perguntas e também de falar em outra língua que não fosse o inglês. Achei isso muito bom, pois serviu mais uma vez para dar aquela aquecida no inglês com outros candidatos antes da brincadeira começar. Ela ainda disse que faríamos de 3 a 5 entrevistas (reza a lenda que, quanto mais entrevistas você fizer, melhor está sendo seu desempenho, mas ela fez questão de dizer que o número de entrevistas não teria nada a ver com uma aprovação/rejeição).

A primeira entrevista

Por volta das 8:05, os entrevistadores entraram no quarto e foram chamando os entrevistados. Cada par entrevistador-entrevistado ia para um quarto em separado, no qual havia uma mesa com uma caneta e um bloco de papel.

Infelizmente não me lembro o nome de meus entrevistados. O primeiro foi um americano com cara de indiano. No caminho para o quarto, ele perguntou como eu estava e eu brinquei dizendo que com um dia daqueles (sol de rachar) não haveria como não se estar bem. E então nos sentamos e a sabatina começou, cujo resumo segue abaixo:

- Primeiro ele elogiou meu inglês e perguntou onde eu havia aprendido/praticado.
- Ele questionou se eu estava empregado ou procurando por emprego (respondi que ambos, e falei sobre o Centro de Inovação Tecnológica em Recife, oCIT, o ex-CTXML).
- Ele fez várias perguntas sobre o CIT: o que é, “quem paga a conta”, etc.
- Ele me pediu para fazer um resumo sobre mim mesmo. Falei do meu trabalho atual como engenheiro de software no CIT e como Estudante Embaixador. Citei alguns outros títulos/certificações, falei da Imagine Cup e disse que estava interessado em uma experiência internacional como o próximo passo de minha carreira profissional.
- Ele confirmou minha conclusão do Mestrado em abril e pediu para falar sobre minha dissertação.
- Depois a pergunta clássica: por que eu queria trabalhar na Microsoft?
- Ele disse que eu aparentava já lidar com tecnologias Microsoft há um certo tempo, então perguntou por que eu não havia aplicado antes ao processo de recrutamento.
- Ele pediu um cenário em que “minha criatividade fez a diferença”. Citei um projeto do CIT, no qual ajudei a mapear regras de negócio de um banco em uma máquina de estados implementada com web services, que acessavam programaticamente um servidor SharePoint... Acho que ele não se convenceu muito da criatividade da coisa, talvez eu devesse ter falado dos projetos da Imagine Cup...
- Pegando o gancho na minha resposta anterior, tivemos então uma discussão sobre as diferenças de acessar o SharePoint programaticamente via dll do SDK ou via seus web services.
- Ele perguntou um momento em que eu tive dificuldades com um problema.
- Ele me perguntou como eu tomava minhas decisões.
- Ele me pediu para citar uma situação em que alguém me convenceu a mudar de idéia. Falei sobre a integração da nossa equipe com a equipe da Inglaterra no workshop Accelerator, em janeiro, que eu desconfiava no começo mas que fui convencido de que seria (e foi) uma boa idéia.
- Ele perguntou para qual posição eu estava aplicando.
- Ele perguntou se eu tinha visto as diferenças entre SDE (software design engineer) e SDET (software design engineer in test) e me pediu para explicar.
- Ele me perguntou como eu havia me preparado para a entrevista.
- Ele me passou um problema “brainteaser” clássico: achar o menor tempo para que 4 pessoas com velocidades diferentes, que estão de um lado de uma ponte, passem para o outro lado, duas por vez, com uma lanterna... Eu disse já conhecer o problema, e ele me disse para resolver mesmo assim. Não me limitei a dar apenas a resposta, explicando também a linha de raciocínio.
- Ele perguntou se eu conhecia a função atoi (conversão de string para inteiro). Eu disse que sim. Ele então me pediu para fazer o pseudo-código do atof (string para float) e saiu do quarto. Quando ele voltou, mostrei para ele minha resposta, e posso dizer que ele ficou satisfeito com ela (eu reusei o atoi para implementar o atof, evitando reinventar a roda...). Ele me deu os parabéns e disse que eu podia voltar para o quarto dos entrevistados.

2a Entrevista

No quarto, todos os entrevistados seguiam as instruções de evitar conversar sobre o que foi perguntando. Discutíamos assuntos quaisquer como a ironia de um hotel tão bonito ser cercado por uma favela imensa, e coisas do tipo.

Então sou chamado por um coreano, que mais tarde se revelou como um Development Manager, para a segunda entrevista. Ao entrar no quarto, ele foi curto e grosso: “Minha entrevista é pedir para você fazer código!”. Então ele explicou o problema que queria que eu resolvesse: implementar uma classe para armazenar números inteiros de tamanhos infinitos. Tive então uma longa discussão sobre o formato interno de representação da classe. Quando cheguei numa interface que ele achou satisfatória, ele pediu para eu implementar um método de adição de dois desses “inteiros infinitos”. Implementei no papel e mostrei minha resposta. Acho que ele deve ter gostado, pois no final ele perguntou se eu já havia resolvido aquele problema antes. De todo modo, esse foi o problema que mais me assustou.

Como ainda tínhamos 3 minutos, ele disse que eu poderia perguntar o que quisesse a ele. Perguntei sobre a utilização de processos e metodologias de desenvolvimento nas equipes gerenciadas por ele. Ele disse que cada equipe era livre para escolher o seu próprio processo. Perguntei se eles usavam o Team System internamente, e ele disse que sim. Por fim, perguntei sobre vantagens e desvantagens de se trabalhar em uma empresa grande versus trabalhar numa startup.

3a Entrevista

A terceira entrevista foi com um alemão. Ele me passou três problemas:
- Implementar uma busca em um array ordenado. Esse problema aparentemente fácil se mostrou um pouco chato de se implementar, devido a checagem e atualizações das fronteiras do array.
- Definir casos de teste para o problema anterior.
- Discutir como eu implementaria um gerenciador de heap (funções malloc e free), focando a discussão nas estruturas de dados que eu utilizaria, abordagens de implementação e trade-off entre elas.

Não consegui extrair nenhuma impressão das reações desse entrevistador, mas a discussão técnica creio que foi interessante.

4a entrevista

De volta para a sala, um pouco de tensão: a partir daquele momento você poderia já ser liberado ou poderia ser chamado para mais entrevistas. Fiquei feliz quando o entrevistador indiano me chamou para minha quarta entrevista!

Lendo o depoimento de um amigo de Recife que foi contratado pela MS recentemente, ele disse que precisou fazer código em apenas uma única entrevista. Como eu já havia sido solicitado para codificar em outras três entrevistas, esperava agora que teria algo mais teórico e light, ou então mais focado nas perguntas clássicas de RH. Mas nada disso! O indiano era um Test Manager e já começou passando um problema: encontrar o primeiro caractere repetido de uma string, com restrições de espaço e performance. Fui resolvendo problema, sendo auxiliado por ele aqui e ali, e por fim cheguei na resposta que (acho que) ele esperava.

Em seguida tive o pior momento de todas as entrevistas: ele me pediu para fazer casos de teste para o problema acima. Dei exemplos com várias variações de input, mas ele parecia nunca estar satisfeito. De fato, minha criatividade não foi suficiente para citar todos os casos de teste que ele estava esperando, que contemplavam variação no case (caixa-alta ou baixa) dos caracteres, caracteres especiais, testes de performance, testes de espaço ocupado pelo algoritmo, testes de concorrência, etc. Saí dessa entrevista com a certeza de que, para ser um SDET, você realmente precisa de criatividade!

5a entrevista

De volta à nossa sala, não havia mais nenhum outro entrevistado. Imaginei que talvez alguns já devessem ter sido liberados. Na verdade, ainda me encontrei com mais um entrevistado, que me disse ter sido liberado após a quarta entrevista. Fiquei então aguardando até que a mesma recrutadora-chefe do começo apareceu dizendo que minha última entrevista seria com ela. Essa entrevista foi focada em perguntas e discussões mais na linha de RH, com o resumo abaixo:
- Por que Microsoft?
- O que você quer ser (SDET/SDE/PM)?
- Qual a sua linguagem de programação de preferência?
- Ela me pediu feedback do processo de recrutamento até então. Eu disse que estava satisfeito, mas que reconhecia que algumas das perguntas “vazavam” para a Internet (aliás não é isso o que eu estou fazendo nesse post? :) ), e que isso poderia prejudicar o processo. Ela disse que eram muitos os entrevistados por ano e que não haveria condições de haver a criação de milhares de perguntas/questões todos os meses. Além disso, ela apontou corretamente que o que interessava não eram as respostas, e sim o modo como o entrevistado chegava a elas. “Os meios justificam os fins”, concluí...
- Em seguida, ela passou dois problemas que eu já conhecia: o primeiro é um no qual você é apresentado a um jarro com X bolas azuis, Y verdes, W brancas e Z amarelas e precisa saber quantas bolas você precisa tirar, sem olhá-las, para garantir que irá pegar pelo menos duas da mesma cor. Eu disse que já sabia a resposta e ela me pediu para resolver mesmo assim.
- O outro problema foi um brainteaser clássico: 10 jarros estão cheios de pílulas, todas pesando 10 gramas à exceção das pílulas de um certo jarro, que pesavam 9 gramas. O problema consistia em achar esse jarro com apenas uma única pesagem. Mais uma vez, disse que já conhecia o problema. Ela então seguiu adiante e desistiu de propor mais probleminhas do tipo.
- Um dos momentos áureos da entrevista veio a seguir: ela perguntou se eu havia participado já Imagine Cup no ano passado. Respondi que sim e citei que havia sido campeão mundial, o que a surpreendeu. Ela perguntou se eu havia dito isso também aos demais entrevistadores.
- Em seguida, ela perguntou 3 sugestões que eu daria para melhorar o outlook.
- Depois perguntou como eu enxergava o modo como a Microsoft era percebida nas universidades. Eu disse que era meio suspeito para falar, pois era um Student Ambassador, mas disse que a visão anti-Microsoft ainda é muito grande, e que Recife em especial era um pólo Java muito forte. Ela então fez um verdadeiro discurso sobre como era errada essa visão anti-Microsoft, citando o caso recente da transferência bilionária para a fundação de Bill e Melinda Gates e como isso iria ajudar as pessoas.
- Por fim, ela agradeceu pelo meu tempo e disse que estaria entrando em contato em 1 ou 2 semanas.

Conclusão

E assim termina o meu relato. A experiência foi única e ficará registrada para o resto da minha vida, independente do resultado. Após as entrevistas, fui direto me encontrar com o Luciano Reis, que me levou para conhecer o Cristo Redentor! Fica aqui o registro de profundo agradecimento ao Luciano por todo o apoio prestado no RJ!

Esse post, portanto, termina com a foto clássica à frente do The Redeemer. Aguardem os resultados...

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-- AFurtado

Este artigo foi transcrito do antigo blog de André no TheSpoke por Diogo Burgos.

Diogo é Graduando em Engenharia da Computação pela Universidade de Pernambuco (UPE), Microsoft Student Partner e Microsoft Certified Technology Specialist.

Os relatos e opiniões deste post apresentam pontos de vista pessoais,
não refletindo necessariamente a opinião da Microsoft Corporation.

March 23

Da Imagine Cup para o mundo

 

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Unlimited Potential
 
Para quem quiser saber mais e ver na prática algumas oportunidades com a Imagine Cup, a Copa do Mundo da computação oferecida pela Microsoft: este artigo aqui do relatório social da Microsoft de 2005 apresenta o caso de sucesso de minhas equipes na Imagine Cup Japão 2005, mostrando bem as possibilidades quando se participa de uma competição de tal nível.
 
O brasileiro André Furtado foi o único estudante do mundo a disputar a final da copa de computação da Microsoft em mais de uma categoria – e saiu-se o vencedor em uma delas. Para ele, a visibilidade no mercado é o maior impacto na vida de quem participa desse tipo de disputa
 
Confira o texto completo!
 
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-- AFurtado
 
Os relatos e opiniões deste post apresentam pontos de vista pessoais,
não refletindo necessariamente a opinião da Microsoft Corporation.

Bem-vindos!

 
Sejam muito bem-vindos à versão em português do FurtaSpace! A proposta deste blog é publicar alguns posts traduzidos do FurtaSpace original, além de posts que façam mais sentido apenas para a comunidade nacional. O responsável pelo projeto de tradução é o Microsoft Student Partner Diogo Burgos, que contará com a ajuda de outros MSPs brazucas para transferir conteúdo do blog em inglês para cá. Obrigado pessoal! Mais sobre mim e sobre o Diogo abaixo.
 
Sobre mim: atualmente trabalho (há 2 meses) como engenheiro de software na Microsoft, em Redmond, EUA. Mantenho também um projeto de doutorado intitulado SharpLudus, que procura aplicar o conceito de fábricas de software, mais especificamente de linguagens de domínio específico, ao desenvolvimento de jogos, com destaque especial para o XNA. No passado, participei de algumas competições de desenvolvimento de software e programas acadêmicos da Microsoft. Como um vídeo fala mais do que 1000 palavras, minha trajetória está contada abaixo:
 
   
 
Este blog abordará, portanto, muito sobre minha experiência de trabalho aqui em Redmond, incluindo dicas para os que desejam passar por processos de seleção da Microsoft e outras grandes empresas internacionais, assim como assuntos relacionados a games e engenharia de software.
 
Sobre Diogo Burgos, coordenador do projeto de tradução do FurtaSpace original para cá: Diogo é graduando em Engenharia da Computação pela Universidade de Pernambuco (UPE). Ele é Microsoft Student Partner e Microsoft Certified Technology Specialist. Abaixo, uma das grandes conquistas de Diogo, que foi a vitória na Imagine Cup Brasil 2007 (competição de que também participei e terminei em segundo lugar). Isso deu o direito à equipe deles conhecer Bill Gates, como relatado aqui.

diogokorea  diogo

Então é isso pessoal, espero que essa parceria dê certo e que a comunidade nacional possa acompanhar muitos posts informativos, interessantes ou apenas divertidos. O FurtaSpace original continua firme e forte, aguardo seus comentários aqui e/ou lá.

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-- AFurtado

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